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Google desativará o suporte ao Adobe Flash no Chrome ainda em 2016


Google desativará o suporte ao Adobe Flash no Chrome ainda em 2016

 

O Chrome, navegador mais usado no mundo (dados de 2015), vem divulgando durante os últimos meses alguns conteúdos indicando o fim dessa relação. 

Isso começou já em 2015, quando o Chrome passou a pausar conteúdos como animações, anúncios e qualquer item em flash que não fosse "central para a página Web", mantendo somente conteúdos centrais (como vídeos, por exemplo) rodando sem interrupções.

E a partir de dezembro de 2016 o Google fará do HTML5 sua experiência padrão de navegação - exceto para os sites que suportam apenas flash, nestes será solicitado para habilitar o Flash quando você visita pela primeira vez o site. Além desse ponto, a única mudança que o Google diz que será notada é a de uma experiência de navegação mais segura e mais eficiente de energia.

O Google justifica essa transição (de Flash para HTML5) como significado direto aos usuários:

  • Maior segurança no uso da internet;
  • Menor consumo de energia;
  • Carregamentos mais rápidos das páginas;
  • Melhoria na capacidade de resposta e eficiência para muitos sites;
  • Hoje os sites usam, geralmente, tecnologias como HTML5 – que, segundo o próprio Google afirma, é muito mais leve e mais rápido.

 

Com esses argumentos o Chrome passará, aos poucos, a criar obstáculos, por assim dizer, a sites que usem a tecnologia flash.

Exemplo de como poderá aparecer para os usuários:

http://venturebeat.com/

Um ícone será exibido na barra de URL indicando que o conteúdo plug-in não está funcionando, permitindo que o usuário recarregue a página com conteúdo plug-in em execução ou configurações abertas para adicionar uma exceção de todo o site. Outras opções da configuração de conteúdo plug-in não são afetadas por este lançamento.

Em resumo e seguindo o que já foi dito pelo Google, o navegador irá agir como resposta a uma tendência que vem se apresentando mais concreta nos últimos anos - mais um motivo para listarem apenas melhorias e pontos positivos a essa transição.

A mudança tem sido gradual, então ainda há tempo para aqueles que não aderiram à tecnologia HTML5. 

 

 

 

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